domingo, 13 de setembro de 2015
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
terça-feira, 8 de setembro de 2015
sábado, 5 de setembro de 2015
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
terça-feira, 18 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
domingo, 9 de agosto de 2015
sábado, 8 de agosto de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
terça-feira, 4 de agosto de 2015
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
domingo, 2 de agosto de 2015
sábado, 1 de agosto de 2015
sexta-feira, 31 de julho de 2015
quinta-feira, 30 de julho de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
terça-feira, 28 de julho de 2015
segunda-feira, 27 de julho de 2015
domingo, 26 de julho de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
quinta-feira, 23 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
terça-feira, 21 de julho de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
domingo, 19 de julho de 2015
sábado, 18 de julho de 2015
sexta-feira, 17 de julho de 2015
quinta-feira, 16 de julho de 2015
torneados emotivos, de mãos tocadas hesitantes
de abraço envolto sorridente
regressos a memórias
castelos e jardins suspensos, abrigos de aves raras pavoneantes
onde se respira o prazer de ócios puros revigorantes,
desencadeadores de risos e de brincadeiras prometidas
capto os novos encantamentos,
exponenciais atos de amores e lamentos
mostra-me serem risos que nos transportam a outro tempo,
um lugar de saudade ainda por acontecer
onde me vejo ao teu lado a viver
sustento prolongado de uma entrega total
enlaçados..
de abraço envolto sorridente
regressos a memórias
castelos e jardins suspensos, abrigos de aves raras pavoneantes
onde se respira o prazer de ócios puros revigorantes,
desencadeadores de risos e de brincadeiras prometidas
capto os novos encantamentos,
exponenciais atos de amores e lamentos
mostra-me serem risos que nos transportam a outro tempo,
um lugar de saudade ainda por acontecer
onde me vejo ao teu lado a viver
sustento prolongado de uma entrega total
enlaçados..
quarta-feira, 15 de julho de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
segunda-feira, 13 de julho de 2015
domingo, 12 de julho de 2015
sábado, 11 de julho de 2015
sexta-feira, 10 de julho de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
"Vestidos de farrapos, sujos, semiesfomeados, agressivos, soltando palavrões e fumando pontas de cigarro, eram, em verdade, os donos da cidade, os que a conheciam totalmente, os que totalmente a amavam, os seus poetas.” ― Jorge Amado, Capitães da Areia
quarta-feira, 8 de julho de 2015
terça-feira, 7 de julho de 2015
segunda-feira, 6 de julho de 2015
domingo, 5 de julho de 2015
sábado, 4 de julho de 2015
sexta-feira, 3 de julho de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
poesia para folhas verdes (1)
Falo de Ti às Pedras das Estradas
Falo de ti às pedras das estradas,
E ao sol que e louro como o teu olhar,
Falo ao rio, que desdobra a faiscar,
Vestidos de princesas e de fadas;
Falo às gaivotas de asas desdobradas,
Lembrando lenços brancos a acenar,
E aos mastros que apunhalam o luar
Na solidão das noites consteladas;
Digo os anseios, os sonhos, os desejos
Donde a tua alma, tonta de vitória,
Levanta ao céu a torre dos meus beijos!
E os meus gritos de amor, cruzando o espaço,
Sobre os brocados fúlgidos da glória,
São astros que me tombam do regaço!
Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas"
E ao sol que e louro como o teu olhar,
Falo ao rio, que desdobra a faiscar,
Vestidos de princesas e de fadas;
Falo às gaivotas de asas desdobradas,
Lembrando lenços brancos a acenar,
E aos mastros que apunhalam o luar
Na solidão das noites consteladas;
Digo os anseios, os sonhos, os desejos
Donde a tua alma, tonta de vitória,
Levanta ao céu a torre dos meus beijos!
E os meus gritos de amor, cruzando o espaço,
Sobre os brocados fúlgidos da glória,
São astros que me tombam do regaço!
Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas"
quarta-feira, 1 de julho de 2015
terça-feira, 30 de junho de 2015
domingo, 28 de junho de 2015
sábado, 27 de junho de 2015
sexta-feira, 26 de junho de 2015
quinta-feira, 25 de junho de 2015
quarta-feira, 24 de junho de 2015
terça-feira, 23 de junho de 2015
segunda-feira, 22 de junho de 2015
domingo, 21 de junho de 2015
sábado, 20 de junho de 2015
sexta-feira, 19 de junho de 2015
quinta-feira, 18 de junho de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
segunda-feira, 15 de junho de 2015
domingo, 14 de junho de 2015
sábado, 13 de junho de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de junho de 2015
quarta-feira, 10 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
porque teimas em me transformar num poeta sem livros
que só sabe contar palavras de estórias inacabadas
e que só tu consegues completar..
estórias de pequenos seres que se tornam gigantes
e embarcam na viagem pelo rio da lágrima
adoradamente brotada na direção do infinito,
sorvida num instante em que me torno sempre teu..
que só sabe contar palavras de estórias inacabadas
e que só tu consegues completar..
estórias de pequenos seres que se tornam gigantes
e embarcam na viagem pelo rio da lágrima
adoradamente brotada na direção do infinito,
sorvida num instante em que me torno sempre teu..
segunda-feira, 8 de junho de 2015
domingo, 7 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
quinta-feira, 4 de junho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
terça-feira, 2 de junho de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
domingo, 31 de maio de 2015
sábado, 30 de maio de 2015
passeava num corredor donde se erguiam estandartes de letras quando passou por mim o teu perfume.. senti-o num ápice! Mas não me voltei, não precisei de ver de onde tinha chegado, apenas perceber de que estava ali, naquele momento, mas que talvez esse momento não fosse senão um outro tempo num outro espaço, em que tivesses exalado esse aroma que me levou de novo à tua presença.. ao mergulhar de olhares constrangidos.. cheirar as purezas indistintas que emanam ao toque dos corpos, respirar o mesmo ar, ser real..
são essas as possibilidades de um universo do qual não sei falar..
..do desconhecido e do misterioso, do qual apenas nos debruçamos sobre uma infinitesimal parte, mas que assim que nos dispomos a abrir-nos provoca-nos na mais bela das obsessões..
não sei falar de como é poder existir em vários tempos ao mesmo tempo, fragmentar-me em milhares de partículas e vê-las a melodiar por entre caminhos fantasmagóricos em que a luz demora milénios a cruzar e, por fim, desembocar num areal estrelar, onde cada grãozinho de areia representa mão mais do que um conjunto de explosões de mitos radiosos que se propagam por todo o mundo imaginado e por imaginar..
tampouco sei falar dos planetas com mil sóis azuis, dos satélites em forma de pêssegos e meteoritos de penedos esponjosos.. Ou ainda das caudas poeirentas de cometas, galáxias intermitentes e buracos negros às cores..
não sei falar dos amanheceres na lua nem do céu do Saturno anelar..
apenas sei falar do que desconheço, do que ainda não tem nome, do que ainda não tem ser.. mas que existe na mais pura realidade adormecida, num sonho lindo do qual não se espera acordar.
Disso.. todos sabemos falar..
são essas as possibilidades de um universo do qual não sei falar..
..do desconhecido e do misterioso, do qual apenas nos debruçamos sobre uma infinitesimal parte, mas que assim que nos dispomos a abrir-nos provoca-nos na mais bela das obsessões..
não sei falar de como é poder existir em vários tempos ao mesmo tempo, fragmentar-me em milhares de partículas e vê-las a melodiar por entre caminhos fantasmagóricos em que a luz demora milénios a cruzar e, por fim, desembocar num areal estrelar, onde cada grãozinho de areia representa mão mais do que um conjunto de explosões de mitos radiosos que se propagam por todo o mundo imaginado e por imaginar..
tampouco sei falar dos planetas com mil sóis azuis, dos satélites em forma de pêssegos e meteoritos de penedos esponjosos.. Ou ainda das caudas poeirentas de cometas, galáxias intermitentes e buracos negros às cores..
não sei falar dos amanheceres na lua nem do céu do Saturno anelar..
apenas sei falar do que desconheço, do que ainda não tem nome, do que ainda não tem ser.. mas que existe na mais pura realidade adormecida, num sonho lindo do qual não se espera acordar.
Disso.. todos sabemos falar..
sexta-feira, 29 de maio de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
e dizer que te adoro sem palavras usar..
olhar os teus olhos no infinito,
procurar mundos lá longe, ao alcance de um suspiro.
desprender-te da imensidão de demónios que te arrebatam,
despojá-los de qualquer tentativa, lançá-los ao escuro, dissipar..
reavivar a tua luz e deixar-me encadear,
deixar raiar o sol e mergulhar no vento para não voltar..
porque ao teu lado me vejo, uma companhia desmedida..
como quem não tem medo de que possa durar para a vida..
Subscrever:
Comentários (Atom)
















































