lanço-me nas travessas pedrejadas, rompido por estrilhos sonoros que envolvem o caos da paisagem.. onde há presos em máquinas enlatadas de ferro e penumbras negras. fossem antes formiguinhas latentes, carregadas de vícios e estrilhos ou seres com dentes jocosos e de olhares sibilinos.. uma vaga colorida onde ondula a borboleta da cor azul abre-te com esplendor ao mar onde habita a lua a um céu aberto onde irrompem andorinhas ao desafio, por onde esvoaçam poléns sedentos de explosões radiosas de mil sóis revigorantes. ei-la então que se ergue sorridente, de esmeraldas psicóticas abraçada, a princesa cigana que canta o fado em jogos de cartas e desenha os férteis caminhos da sombra e luz.
terça-feira, 12 de maio de 2015
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